Por Geraldo dos Santos Pires
“Durante décadas, Israel violou as regras bem estabelecidas e baseadas no direito internacional e desobedeceu as numerosas Resoluções das Nações Unidas” — diz o autor do título acima, Mark Weber, junho 2002, e que ainda não sabia nem a metade do que os judeus iriam aprontar no mundo. Basta lembrar que, logo à frente, apesar de não haver prova alguma e todo o mundo saber que Saddam Hussein não tinha arma nuclear, ninguém segurou Bush a invadir o Iraque, depois de dar uma banana para a ONU, fez o que fez, invadiu e matou impunemente o ditador, apenas e só porque ele era perigoso para os judeus. Naquela época, o Bispo Desmond Tutu da África do Sul, Prêmio Nobel da Paz em 1984, disse assim: “O Governo de Israel colocou um pedestal [nos Estados Unidos], e criticá-lo é ser-se imediatamen-te apelidado de anti-semita” — disse ele. “As pessoas estão assustadas no seu próprio país, têm medo de dizer que o mal está mal, porque o lobby judeu é poderoso, muito poderoso.” Basta dizer, e segundo o mesmo Mark Weber, apesar de apenas dois por cento da população americana ser judaica, pelo menos a metade dos bilionários são judeus, o diretor geral das três maiores Redes de Comunicação televisiva e quatro dos maiores estúdios de cinema são judeus, assim como os donos da maior cadeia nacional de jornais e do mais influente jornal, o New York Times, e mais: durante as últimas décadas os judeus americanos fizeram cinquenta por cento dos duzentos intelectuais de topo, vinte por cento dos professores nas principais universidades, quarenta por cento dos sócios das principais firmas de advocacia em New York e Washington, cinquenta e oito por cento dos escritores, diretores e produtores das melhores séries de televisão no horário nobre. Além disso, os judeus pagaram, sozinhos, cinquenta por cento da bilionária campanha de Bill Clinton e são os principais financiadores de campanhas nos EE. UU. UU.
O poder dos judeus no mundo é simplesmente imenso, é imbatível.
Depois de apenas estas poucas explicações básicas (tudo é passivo de confirmação na internet em site confiável), acreditamos que o leitor entenda muito bem a razão de se assassinar Saddam Hussein sem julgamento, assassinar Bin Laden e “jogá-lo ao mar... onde?”, e agora o Muammar Gaddafi, enterrado em “lugar incerto e não sabido”. São todos bandidos, talvez, mas tudo que sabemos deles foi através de jornais influenciados ou comandados por judeus. E que diabos a ONU está fazendo no ou para o mundo? Precisamos ler sobre temas mais importantes para nós e nossos filhos, não?