Na festança dos seus oitentinha, que deixou saudades, assinei presença. Imprevisível e desparafusado como sou, e movido pela fuga daí devido à proximidade da estreia de mais uma velha idade, na apoteótica celebração da entrada de Maria Nunes Vidal na casa dos noventa participei, sim, mas, de longe, com a admiração e afeto que ela fez por merecer como enternecedora referência de minha infância na Praça Tiradentes (hoje JK), que, naquela época, de praça só tinha o nome, tendo seu espaço usado esporadicamente para instalação de circos e parques, além das brincadeiras infantis que já não vemos mais. Carmen Lúcia se fez presente e compartilhou com Maria e seus filhos Juscélio, Jander (Prefeito de Marataizes - ES), Juscelino, Juliana e Judson, aquele momento tão especial em suas vidas. Portanto, quem melhor que ela pra contar pra você timtimportimtim tudo que rolou no Clube da Lagoa, e também na Missa em Ação de Graças na DE SÃO MANOEL? Agora, não posso deixar de NAICAR que a efervescente Juliana, cabelos ao vento, tirou uma casquinha no momento celebridade de sua mãe, desfilando com ela no Fordão conduzido pelo Anderson Machado pelas nossas ruas. Ju, por sua personalidade ensolarada, comunicabilidade e, acima de tudo, pela deliciosa irreverência, é a réplica perfeita de sua mãe. No NAICANDO AO SABOR DO TEMPO, aqui está a estrelíssima desta legenda com os filhos Juscélio e Jander, e a concunhada Nilcéa Esteves Vidal, casada então com o Hamilton Vidal que, com ela, está no Plano Superior. Esta foto foi tirada na década de 50, no sítio do casal Helena e Luizinho Furtado, que por muitos anos ainda continuou sendo uma das principais atrações turísticas do nosso Pomba. Na foto atual, o momento em que ela arrasou cantando Fascinação, acompanhada por seu maestro (como ela diz) Léo Caiafa. Maria tem uma coleção de netos, a saber: Fabiana e Carla (Juscélio e Regina Mota); Rafael, Diego e Paulo (Jander e Heloisa Campolina); Júlia e Hugo (Juscelino e Márcia); Bruno (Juliana e Carlos Arantes) e Igor (Judson e Marci Pereira). Fico a imaginar a euforia do Domingos Vidal (que foi também deliciosamente irreverente), se ainda estivesse entre nós. Finalmente, só me resta NAICAR: E VIVA MARIA!!!