A campanha para o 2º turno para a eleição presidencial no dia 31 foi acirrada, propagada e com larga repercussão do que a anterior, notabilizando-se, porém, articulações negativas de forma violenta com palavras difamatórias entre os rivais, perdendo os candidatos oportunidade de mostrarem mais trabalho, ÉTICA e dignidade. Dilma e Serra estão mais preocupados em travar uma luta ofensiva, esquecendo-se que nos dias atuais o eleitor está muito mais informado através da imprensa e da internet, e exige mais seriedade e compromisso, bastando aos candidatos apresentarem de forma simples e objetiva sua plataforma de governo sem promessas desmedidas que talvez não possam ser cumpridas.
A população brasileira deseja a atenção e o compromisso dos candidatos com as necessidades básicas há muito relegadas, seja sobre as questões do saneamento básico, da educação, alimentação, saúde, habitação, transportes, lazer e qualidade de vida. Consequentemente, outras ações poderão advir com a operosidade, a dedicação e a competência do governante, como o apoio às condições essenciais e dignas de sobrevivência à população menos favorecida; às organizações sociais que operam no resgate das crianças e dos jovens voltados ao vício das drogas, de combate ao tráfico, e de amparo ao trabalhador e aos idosos.
Nosso país, gigante por natureza, está clamando a proteção de seus recursos naturais e seu crescimento sustentado; a preservação de suas matas e da Amazônia contra os exploradores externos na busca de plantas medicinais com prejuízos insanos para os índios, a população ribeirinha e para todo o Brasil.
O Senado e a Câmara dos Deputados, agora mais conscientes, livres dos “Fichas Sujas” (assim espera-se), devem legislar com bom senso, destemor, ordem e respeito às leis de nossa Constituição, revendo as impropriedades e as improcedências com justiça, a favor do respeito ao próximo e da vida e do progresso de nossa Nação.